Apicultores de Capim Grosso, Quixabeira, São José do Jacuípe e mais 3 cidades da região acumulam prejuízos
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| Reprodução Ian Notícias |
Apicultores da região denunciam que a prática tem se tornado cada vez mais frequente, provocando não apenas prejuízos econômicos, mas, na grande maioria das vezes, crimes ambientais, colocando em risco a continuidade da atividade.
De acordo com apurações e relatos dos produtores, foram identificados furtos nos últimos meses nos municípios de Serrolândia, Várzea do Poço, Capim Grosso, Quixabeira, São José do Jacuípe e Gavião. Os apicultores relatam que, em muitos casos, os crimes indicam conhecimento prévio da atividade, com uso de equipamentos e técnicas específicas, bem como da localização dos apiários.
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Ao todo, os municípios relatam pelo menos 23 casos, número que pode ser ainda maior devido à subnotificação. Quixabeira lidera as ocorrências, com 8 relatos, seguida de São José do Jacuípe, com 6 casos, e Capim Grosso, com 4 registros nos últimos meses.
Pela dificuldade no manejo de abelhas, produtores acreditam que os criminosos possuam mínimo conhecimento técnico e equipamentos específicos, como fumigadores e vestimentas de apicultura. Apesar disso, a retirada do mel ocorre de forma inadequada, com uso de fumaça imprópria e produtos químicos, o que representa grave risco à saúde do consumidor, além de causar a morte das colônias.
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Autoridades alertam que “os casos de roubo de mel e destruição de apiários não configuram apenas prejuízo econômico ao produtor, mas envolvem uma série de ilícitos previstos na legislação brasileira. Essas práticas podem caracterizar invasão de propriedade rural, furto qualificado, dano material e até crime ambiental, considerando a morte de abelhas e o impacto sobre a polinização. Além disso, quem compra ou comercializa mel de origem ilegal também pode responder criminalmente”.
Do CN | Informações Ian Notícias



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