Em decisão assinada na noite desta quinta-feira (3), o documento foi enviado ao ministro Edson Fachin, presidente da Corte, para as providências cabíveis.
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| Foto: Luiz Silveira/STF |
De acordo com Moraes, Mendonça teria praticado uma série de condutas tipificadas, entre elas quebra de imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos, em decorrência da retirada do sigilo de um relatório da Polícia Federal que expôs conversas do colega com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Na decisão, Moraes enumera outras suspeitas contra Mendonça: usurpação da direção das investigações conduzidas pelas autoridades policiais, condução irregular das tratativas de delação premiada e direcionamento de investigação contra o próprio Moraes.
Segundo o ministro, essas suspeitas recairiam sobre relatórios de duas operações da Polícia Federal: a Sem Desconto, relativa ao escândalo de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e a Compliance Zero, referente ao Banco Master.

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