Segundo o fuzileiro, do lado ucraniano, sob a liderança do presidente Volodymyr Zelenskyy, houve uma grande mobilização popular. Milhares de civis se voluntariaram para defender o país
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| Baiano de Capim Grosso (centro) |
O conflito entre Ucrânia e Rússia se intensificou em 2014, quando a Rússia anexou a Crimeia, região que pertencia à Ucrânia, após um período de instabilidade política no país. Desde então, o leste ucraniano passou a registrar confrontos frequentes entre forças do governo e grupos separatistas apoiados pela Rússia.
Em entrevista aos sites Contorno FM e FR Notícias de Capim Grosso, Henrique relembrou que, em 24 de fevereiro de 2022, o mundo foi surpreendido pela invasão em larga escala da Ucrânia pelas forças russas. O governo do presidente Vladimir Putin justificou a ação com argumentos relacionados à segurança e à expansão da OTAN. Já para a Ucrânia e grande parte da comunidade internacional, o ato foi considerado uma violação da soberania de um país independente.
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| Foto: Arquivo pessoal |
“Aqui, eu vejo de perto o impacto da guerra: a solidariedade entre as pessoas, a resistência de quem perdeu tudo e, mesmo assim, continua lutando. Não estou aqui por política partidária, mas por princípios. Acredito que nenhum país deve impor sua vontade pela força sobre outro”, pontuou.
Henrique destacou ainda que a guerra vai além da disputa por territórios. “É sobre o direito de existir como nação independente. E, enquanto houver pessoas dispostas a defender isso, a Ucrânia continuará resistindo”, concluiu.
Do CN | Fontes: FR/por Herick Rios/Contorno FM
















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