Hoje, com 42 anos, Luma Ferreira Lima contou a jornalista Rafaela Rodrigues que dificilmente teria coragem de dar entrevista se ainda carregasse o antigo nome, de pronúncia masculina, que usou por cerca de 25 anos.
Moradora do
bairro da Quadra, em
Conceição do Coité, há 17 anos, uma mulher obteve na
Justiça o direito de alterar o próprio nome e, possivelmente, é um dos poucos casos de mulher cisgênero (pessoa cuja identidade de gênero corresponde ao sexo atribuído no nascimento) na cidade a recorrer a esse tipo de mudança após comprovar constrangimentos sofridos ao longo da vida.