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terça-feira, 15 de março de 2011

Radiação nuclear pode causar de queimaduras a câncer, diz especialista:



Engenheiro nuclear diz que uma vez esvaziada a região, risco é mínimo.
Há também tratamento para quem for exposto, diz especialista.

O derretimento dos reatores nucleares japoneses atingidos pelo terremoto de sexta-feira (11) pode liberar radiação na atmosfera que causa desde queimaduras na pele até câncer, explica o engenheiro nuclear Aquilino Senra, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O risco de exposição da população, no entanto, é baixo.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) também afirmou que o perigo para a população é mínimo. Isso porque a área em torno da usina foi isolada.

O Japão foi atingido na sexta-feira (11) por um terremoto de 8,9 de magnitude (Observação: após a publicação desta reportagem, o Serviço Geológico dos Estados Unidos atualizou a magnitude para 9). O tremor afetou o fornecimento de energia elétrica, o que causou uma pane no resfriamento dos reatores. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o risco de derretimento do núcleo, o pior acidente que pode ocorrer em uma usina, é “grande”.

Exposição

Se ocorrer o derretimento, três tipos de radiação serão liberadas no ambiente: alfa, beta e gama. “A radiação alfa não penetra no organismo, ela causa queimadura na pele”, explica Aquilino Senra. “As radiações beta e gama – principalmente a gama – entram no organismo e causam deformações celulares”, afirma, referindo-se à exposição aos raios.

Essas deformações, ao longo dos anos, podem levar a casos de câncer. “Podem, não devem. E isso varia de acordo com a distância da pessoa do local do acidente e a proteção que ela estiver usando”, explica.

Essa radiação gama é a mesma usada em tratamentos de radioterapia, exatamente para combater o câncer. "Em baixas doses, ela destrói tumores", afirma o especialista. "Em altas, pode causar dano celular que leva ao câncer".

Ionização

A radioatividade pode afetar a saúde principalmente de duas formas. "O problema maior é que este tipo de radiação é ionizante, ou seja, é capaz de mudar a estrutura química das substâncias", afirma Regina Bitelli Medeiros, professora do departamento de diagnóstico por imagens da Unifesp e especialista em física médica.

Com isso, ela altera as características de substâncias comuns em nosso corpo. A partir da água, por exemplo, podem se formar radicais livres, que, em excesso, prejudicam o funcionamento do corpo.

Outra possibilidade é que a radiação nuclear afete diretamente as células. A mudança na estrutura química dos elementos pode representar, por exemplo, a quebra da cadeia de DNA.

A medicina atual ainda não sabe dizer se existe uma quantidade limite de radiação à qual o corpo deva ser exposto para que tais efeitos possam desenvolver o câncer.

O órgão não sabe o que é radioativo ou não, ele metaboliza o elemento químico"

Regina Bitelli Medeiros, especialista em física médica

Incorporação

A exposição aos raios não é o único risco ao qual o corpo humano está sujeito em relação à radioatividade. É ainda mais importante evitar que as pessoas incorporem material radioativo. A forma mais comum de isto acontecer e pela inalação de gases que se misturam à atmosfera depois de um vazamento.

“O órgão não sabe o que é radioativo ou não, ele metaboliza o elemento químico”, explica Medeiros.

Um dos elementos que representa maior ameaça neste sentido é o iodo. O corpo humano precisa dele para que a tireoide funcione normalmente e tende a absorver as partículas de iodo radioativo que ficam suspensas no ar. Para evitar que isto ocorra, estão sendo dadas pílulas de iodo não-radioativo à população. Desta forma, o corpo fica saturado do elemento e, mesmo se ele for inalado na forma radioativa, não será absorvido.

Diferença da bomba

Aquilino Senra explica que o derretimento de um reator nuclear não mata pessoas como uma bomba. "O que mata mesmo na bomba nuclear não é a radiação. É a onda de choque, depois a onda de calor e por último a radiação", explica Senra.

"A intensidade de material radioativo em uma bomba nuclear é muito maior, porque a energia dispendida é muito grande e não tem nenhuma barreira. Já um reator tem quatro barreiras contra a liberação de material nuclear no ambiente", afirma. "Não é a mesma coisa", tranquiliza.

Segundo Senra, a retirada das pessoas de volta da área da usina já contém o risco para a saúde. Quem está fora da área isolada não corre perigo, segundo ele.


As informações são do G1



Acidente envolvendo carro e moto deixa um morto em Euclides da Cunha:

O motociclista Edmário Costa Santana, 31 anos, morreu ao colidir com sua moto Honda CG 125, placa JQQ 4654, em um veículo Cross Fox, placa JQY 3396.
O acidente aconteceu na tarde desta segunda-feira (14), por volta das 15h20m, na BR 116/Norte, próximo a localidade conhecida como “Preguinho”, município de Euclides da Cunha, a 139 km de Serrinha.

Segundo informações de testemunhas, Edmário tentou fazer uma ultrapassagem, perdeu o controle da direção, invadiu a contramão e bateu de frente com o Cross Fox, conduzido por um homem identificado apenas como “Carlinhos motorista de Albertino”. O corpo do motociclista foi arremessado a cerca de 100 metros do local onde aconteceu o acidente.

Ainda de acordo com testemunhas, a vítima estava fazendo uso de bebida alcoólica. A mãe de Edmário, a dona de casa Otília Costa Santana, disse à equipe do BCS que o filho ainda estava comemorando o seu retorno à cidade. “Ele chegou de São Paulo tem 15 dias”, disse.

O trânsito ficou lento e congestionado nos dois sentidos da rodovia por mais de uma hora. O corpo do motociclista foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), em Euclides da Cunha.

Veja outras imagens
O acidente aconteceu próximo a localidade conhecida como “Preguinho”, em Euclides da CunhaSegundo informações, o motociclista tentou fazer uma ultrapassagemEdmário estava comemorando o seu retorno da cidade de São Paulo, onde trabalhava, para Euclides da CunhaPor causa do impacto, a motocicleta ficou completamente destruídaO corpo da vítima foi arremessado a cerca de 100 metros do local onde aconteceu a batida

Fonte: Cleriston Silva
Foto: Marcio Oliveira

Homem é preso em Riachão por estar carregando leite de vaca:

Segundo o agricultor, ele foi confundido com vendedor, que é proibido pelo MP a comercialização de leite de porta em porta na cidade.

Na ultima sexta-feira (11/03/) por volta das 10h20, o senhor conhecido como Raimundo do Leite, de 58 anos, foi preso em via publica no centro da cidade por estar em posse de um galão de leite de vaca, segundo o mesmo informou a nossa reportagem, há alguns anos atrás ele vendia leite de porta em porta, mas como nos últimos tempos houve determinação do Ministério Publico, proibindo este tipo de comércio, com isso, muitos dos que sobreviviam de pequenas criações de vacas tiveram de procurar outra forma de sobrevivência, não foi diferente com Raimundo, ele vendia para um criador, que segundo ele após estas novas normas determinadas pelo Ministério Publico, pediu que suspendesse o formnecimento, mas o agricultor possui duas vacas que comprou com muita dificuldade, e retira o leite para seu próprio consumo, e doa parte dele a uma senhora que tem leucemia residente no Bairro Alto do Cruzeiro. Segundo ele ao ser visto pela policia, foi confundido como vendedor por estar com o galão típico de quem o faz, quando foi preso em flagrante e segundo ele teve o leite derramado na rua, mesmo falando do que se tratava, não teve jeito, o senhor Raimundo foi levado para a D.P. de Riachão do Jacuipe onde se encontra sob custodia aguardando decisão da justiça. Lembrando que nossa reportagem teve acesso ao mesmo e ele se encontra em sala especial devido sua idade, correram boatos na cidade de que o mesmo havia falecido neste domingo (13) fato que como verificamos não passou realmente de boatos, em conversa com nossa reportagem seu Raimundo se mostrou desesperado e angustiado:



“Eu vou viver de que? Minha esposa tem problemas mentais, este leite eu não ia vender era pra meu consumo, e dou um pouco também a “neguinha” no alto que tem uma doença grave eu ajudo sabe, eu desde menino respeito as leis, nunca pisei numa cadeia, nunca fui preso, pra hoje me ver assim estou com muita vergonha.” Disse ele aos prantos.



Por: Alana Adrielle  Fonte: Calila Noticias