Decreto tem validade inicial de 30 dias, e pode ser prorrogado. Cidade contabiliza 65 casos confirmados de dengue, 129 de chikungunya e quatro de zika.
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| Foto: Divulgação/SECOM-Prefeitura de Alagoinhas |
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| Foto: Getty Images |
Do total de notificações nas primeiras 16 semanas do ano, a cidade contabiliza 65 casos confirmados de dengue, 129 de chikungunya e quatro de zika. Ainda conforme o balanço, 650 pacientes com suspeita de dengue aguardam conclusão laboratorial ou clínica.
De acordo com a Vigilância Epidemiológica, os bairros com maior concentração de notificações são Jardim Petrolar, Centro e Teresópolis. O Jardim Petrolar concentra 20,58% das notificações de dengue e 23,28% de chikungunya, enquanto o Centro registra 18,68% e 13,77%, respectivamente. Já o bairro Teresópolis soma 5,93% dos casos de dengue e 6,89% de chikungunya.
A Diretoria de Vigilância em Saúde informou que tem intensificado as visitas domiciliares com agentes de combate às endemias para eliminação de criadouros do mosquito. O município também solicitou ao governo do estado o reforço do UBV pesado, conhecido como fumacê, para atuação nas áreas com maior índice de infestação.
A Vigilância Entomológica aponta que o Índice de Infestação Predial (IIP) médio da cidade está em 1,78%, considerado estado de alerta. Em algumas localidades, como o Parque da Jaqueira, o índice chega a 8,82%, o que representa risco elevado para a proliferação do mosquito.
O decreto tem validade inicial de 30 dias e pode ser prorrogado. A medida autoriza a adoção de ações emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, campanhas educativas, visitas a imóveis públicos e privados para eliminação de focos e limpeza de terrenos baldios
A prefeitura reforça que os moradores dediquem um tempo para verificar possíveis focos de água parada. Em caso de sintomas como febre alta, dores nas articulações ou dor atrás dos olhos, a recomendação é procurar uma unidade de saúde.
















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