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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Gás de cozinha pode ficar mais caro na Bahia a partir de 1º setembro

O Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás) informou que a atualização dos valores ocorrerá em todo o país. 
Foto: Ed Santos / Acorda Cidade
O preço do gás de cozinha deve sofrer um novo reajuste na Bahia a partir de 1º de setembro, próxima terça-feira. O Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás) informou que a atualização dos valores ocorrerá em todo o país e está relacionada ao aumento dos custos operacionais do setor.


Segundo nota enviada ao Acorda Cidade, o reajuste será provocado pelo impacto do dissídio coletivo da categoria, que deverá elevar as despesas com mão de obra e, consequentemente, os custos das empresas que atuam no segmento.

O sindicato afirma ainda que a atualização dos preços busca adequar os valores à nova realidade de custos e garantir a continuidade dos serviços prestados.

Histórico de mudanças em 2026 
O novo reajuste ocorre após uma sequência de altas e reduções no preço do gás de cozinha na Bahia ao longo de 2026.  

Em agosto, o valor do botijão caiu após uma redução de 7,1% aplicada pela Refinaria de Mataripe, operada pela Acelen. Na época, o Sindrevgás informou que a queda poderia representar uma redução de R$ 3 a R$ 4 para o consumidor.  

Antes disso, o preço também passou por outras alterações como o Acorda Cidade já divulgou:
  • Janeiro: aumento de 2,38%, com impacto de cerca de R$ 5 para o consumidor; 
  • Fevereiro: redução de 4,199%, equivalente a aproximadamente R$ 1,80; 
  • Março: estabilidade; 
  • Abril: aumento de 15,2%, com impacto de cerca de R$ 8; 
  • Maio: aumento de 4,3%, mas o reajuste de R$ 3 não foi repassado ao consumidor; 
  • Junho: aumento de 9,59%, com impacto de aproximadamente R$ 8; 
  • Julho: redução de 6,8%, representando queda de cerca de R$ 5; 
  • Agosto: redução de 7,1%, com diminuição estimada entre R$ 3 e R$ 4. 
Os valores pagos pelos consumidores podem variar entre as revendedoras, já que os reajustes aplicados ao longo da cadeia de distribuição não necessariamente são repassados integralmente ao preço final.  

Com a nova alteração prevista para setembro, o consumidor baiano deve ficar atento aos valores praticados pelas revendedoras a partir do próximo mês.  

Por Jaqueline Ferreira com informações da produtora Daniela Cardoso, do Acorda Cidade.  

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