Sindicato diz que o objetivo da paralisação era chamar a atenção do Governo e da sociedade para a falta de protocolo de biossegurança contra a disseminação da covid-19.
Em decisão proferida nesta segunda-feira (10), o desembargador do
Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), José Cícero Landin Neto, declarou a
ilegalidade da paralisação e da operação padrão dos servidores da
Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica, a ser deflagrada
nesta terça-feira (11), por 24 horas. Ao Acorda Cidade o presidente do
Sindicato dos Polícias Civis (Sindipoc), Eustáquio Lopes, informou que o
objetivo da paralisação era chamar a atenção do Governo de Estado e da
Sociedade para a falta
de protocolo de biossegurança contra a disseminação da covid-19 nas
unidades de polícia e a proibição de realização de testes nas
delegacias.






















