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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Serrinha: Município está em situação de risco para a infestação do mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya desde 2015

Este ano, a taxa de infestação do mosquito na cidade está em 4%, segundo o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), do Ministério da Saúde
Foto:Reproduão
Desde 2015, Serrinha faz parte da lista dos municípios baianos em situação de risco para a infestação do Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya. Este ano, a taxa de infestação do mosquito na cidade está em 4%, segundo o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), do Ministério da Saúde. O LIRAa é um sistema que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas do Aedes aegypti.

Há três anos, Helione Dantas Marques, de 48 anos, passou a fazer a parte da estatística de casos confirmados de dengue. Hoje moradora do bairro Estádio, ela relata que contraiu a doença quando morava na Cidade Nova. Assim que sentiu os sintomas, Helione conta que buscou atendimento no hospital municipal e logo começou o tratamento. Ainda assim, durante 15 dias, sentiu na pele os sintomas.

“Dores por todo o corpo. Eu não aguentava sentar, andar, levantar, deitar... Não aguentava fazer nada. Tudo doía. O corpo todo doía em qualquer posição. E meu corpo ficou todo empolado, fiquei cheia de manchinhas e carocinhos", revela Helione.

Dados da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia apontam que até 15 de setembro foram registrados mais de 60 mil casos suspeitos de dengue, mais de 5.900 casos de chikungunya e mais de 2.100 de zika.

O gestor da Coordenação de Doenças de Transmissão Vetorial da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia, Gabriel Muricy, ressalta que a população deve fazer sua parte e fala dos riscos das três doenças que o Aedes aegypti pode transmitir. 

“A chikungunya e a zika, além de agravos agudos, podem trazer situações crônicas. No caso da chikungunya, uma incapacidade que pode perdurar durante meses. E para zika, a grande preocupação são os casos de síndrome congênita relacionada ao vírus zika, que causa a microcefalia", destacou Gabriel.
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa por você. Aqui vão algumas recomendações do Ministério da Saúde para a limpeza dos reservatórios de água. É importante mantê-los sempre tampados. A limpeza deve ser periódica, com água, bucha e sabão. Ao acabar a água do reservatório, é necessário fazer uma nova lavagem nos recipientes e guardá-los de cabeça para baixo. Segundo o ministério, esse cuidado é essencial porque os ovos do mosquito podem viver mais de um ano no ambiente seco.

Dengue, chikungunya e zika podem matar. Caso queira denunciar focos do mosquito, procure a prefeitura da sua cidade. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

Do Agência do Rádio no link

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