Vítima relatou que a agressora iniciou uma discussão, efetuou golpes de faca e danificou o local.
Uma manicure, de 29 anos, foi esfaqueada enquanto trabalhava em um salão de beleza na manhã de sábado (29), em Ipirá, no interior da Bahia. A suspeita, de 39 anos, chegou ao estabelecimento, iniciou uma discussão e atacou a vítima.
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| Foto: Arquivo Pessoal |
O caso aconteceu em um estabalecimento localizado no bairro Bolívia. A Polícia Militar foi acionada após receber informações sobre um desentendimento entre duas mulheres.
Ao g1, a vítima, Vanessa da Silva Marinho, relatou que a mulher chegou ao local na garupa de um motoboy, perguntou se ela era Vanessa e questionou se conhecia um homem. A manicure disse que não conhecia a pessoa e, em seguida, a suspeita começou a xingar e agredí-la.
“Ela foi debochada, me xingou e foi em cima de mim. Começou primeiro as agressões físicas. Ela puxou a faca da cintura e começou a me atacar", contou.
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| Foto: Redes Sociais |
Após conseguir escapar, Vanessa correu para o banheiro e se trancou no cômodo. Segundo ela, a suspeita tentou abrir a porta e chegou a dar um chute, mas não conseguiu entrar.
“Quando ela viu que não iria conseguir quebrar a porta, ela voltou a quebrar o salão. Liguei para a polícia e eles foram muito rápidos e ágeis. Quando eu percebi que a polícia tinha chegado, a gente saiu do banheiro”, relatou.
Com a chegada dos policiais, a suspeita foi encontrada agitada na parte dos fundos do estabelecimento e detida.
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| Foto: Polícia Militar |
A vítima foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico.
Ela relatou que foi atingida por cinco golpes de faca. Precisou levar pontos, mas não sofreu ferimentos graves.
Segundo a vítima, a suspeita teria dito aos policiais que Vanessa havia se ferido com um espelho. A versão, contudo, é contestada pela manicure, que afirma que a faca foi localizada pelos policiais no salão.
Suspeita foi levada para delegacia
A mulher de 39 anos também foi encaminhada para atendimento médico. Conforme a Polícia Militar, ela relatou sofrer de transtornos psicológicos e recebeu medicação durante o atendimento.
Depois, a suspeita foi conduzida para a Delegacia Territorial (DT) de Itaberaba, onde permanece presa. Ela deve passar por audiência de custódia.
De acordo com a Polícia Civil, diligências são realizadas para esclarecer as circunstâncias do crime.
Segundo informações apuradas pela TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, a suspeita teria feito referências durante o ataque a um homem chamado César, que seria conhecido pela vítima. A possível motivação do crime, no entanto, ainda não foi esclarecida oficialmente.
O g1 tenta contato com a defesa da suspeita.














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