Homem de 66 anos foi localizado em um matagal na zona rural; vítima, conhecida como “Vivinha”, morreu por estrangulamento
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| Imagem feita por drone mostra duas viaturas da Polícia Civil no local da voz de prisão |
O investigado, Adriano Almeida Ferreira, foi localizado por volta das 7h, em um matagal próximo a uma residência. A ação foi realizada pela Delegacia Territorial de Quixabeira, vinculada à 16ª Coorpin/Jacobina, em conjunto com a Delegacia Territorial de Conceição do Coité, da 15ª Coorpin.
Segundo a Polícia Civil, informações compartilhadas entre as equipes indicavam que Adriano poderia estar entre os municípios de Capim Grosso e Quixabeira. Após diligências, ele foi localizado e preso. A corporação informou que cumpriu contra ele mandado de prisão preventiva relacionado ao homicídio investigado em Coité.
Documentos do Ministério Público da Bahia obtidos pelo Calila Notícias apresentam detalhes sobre o caso. Conforme manifestação da 1ª Promotoria de Justiça de Conceição do Coité, Vivinha foi encontrado morto no dia 11 de agosto de 2026, em um matagal próximo ao estabelecimento comercial pertencente ao investigado, no bairro Casas Populares.
O exame pericial apontou que a morte foi provocada por asfixia mecânica por estrangulamento. Também foram constatados hematomas e escoriações compatíveis com agressões físicas anteriores à morte.
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| Vítima |
A investigação também reuniu informações sobre a existência de um vínculo afetivo anterior entre o investigado e a vítima, além de relatos de que Adriano apresentaria comportamento agressivo quando sob efeito de bebida alcoólica.
Ainda segundo o Ministério Público, após o crime, o investigado teria encerrado as atividades do estabelecimento comercial e deixado a localidade sem informar seu paradeiro. Em determinado momento da investigação, havia informações de que ele estaria em Cansanção, na residência de uma pessoa conhecida como “Bira”.
A Polícia Civil havia solicitado a prisão preventiva. Em manifestação apresentada durante a investigação, o Ministério Público entendeu, naquele momento, que a prisão temporária por 30 dias seria a medida mais adequada para permitir a continuidade das diligências. Entre os pontos que ainda precisavam ser esclarecidos estavam a reconstrução da dinâmica do crime, divergências entre depoimentos e a eventual participação de terceiros.
Nesta quarta-feira, entretanto, a Polícia Civil informou que o mandado cumprido em Quixabeira foi de prisão preventiva, indicando mudança na situação processual após a manifestação do Ministério Público. Adriano foi conduzido após o cumprimento do mandado e permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação.
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