Crime de intolerância religiosa ocorreu no terreiro Ilê Yabotô Axé Omí Lejikan, em Alagoinhas. Caso é investigado pela Polícia Civil.
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| Fotos: Redes Sociais |
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A designação regulariza a situação fundiária do templo religioso e assegura a proteção do espaço.
O anúncio foi feito nesta quinta-feira (29). Com isso, o terreiro Ilê Axé Icimimó Aganjú Didê se torna patrimônio cultural brasileiro.
Serão investidos R$ 268,5 mil nas obras, que integram as ações do projeto Agô Bahia, voltado para o incremento do turismo religioso de matriz africana. Durante o ato, foram entregues certificados de capacitação a integrantes dos templos beneficiados, que participaram de cursos da Setur-BA sobre atendimento turístico.