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sexta-feira, 24 de maio de 2019

ICHU- Equipe da VIEP monta uma força tarefa na luta contra a Leishimaniose

Nos dias 21 e 23 de maio, a Equipe da VIEP (Vigilância Epidemiológica) realizou Orientações no Povoado de Barro Preto e no Conjunto José Astério sobre a doença Leishmaniose. Essas localidades são positivas para leishmaniose com casos humanos e em cães, por isso, a necessidade de alertar a população para sinais e sintomas.

"Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por protozoários parasitários do gênero Leishmania transmitidos pela picada de insetos da subfamília Phlebotominae. Existem três tipos principais: leishmaniose cutânea, leishmaniose mucocutânea e leishmaniose visceral. O sintoma mais evidente da forma cutânea são úlceras na pele. Na forma mucocutânea, as úlceras afetam não só a pele como também a boca e nariz. O sintoma inicial da forma visceral são úlceras na pele, a que mais tarde acresce febre, diminuição do número de glóbulos vermelhos e aumento de volume do baço e fígado. As infeções em seres humanos são causadas por mais de 20 espécies de Leishmania.O parasita é transmitido pela picada de mosquitos fêmea de algumas espécies de flebotomínios. Entre os fatores de risco estão a pobreza, a desnutrição, desmatamento e urbanização.  Ela é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. 

Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico".(https://pt.wikipedia.org/wiki/Leishmaniose).

Na oportunidade, os Coordenadores de Leishmaniose do Núcleo Regional de Saúde de Feira de Santana estivam na comunidade de Barro Preto para avaliação geográfica da comunidade, bem como realizar as medidas para controle da doença juntamente com a Equipe de Vigilância Epidemiológica municipal.

Por Cida carneiro com informações e fotos de Arlete-coordenadora da VIEP

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