Ação foi protocolada nesta sexta-feira (23) após denúncia de coação. MPT pede medidas para garantir liberdade de voto e indenização de R$ 200 mil.
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| Câmara Municipal de Feira de Santana — Foto: Câmara Municipal |
O órgão pede medidas urgentes para impedir que trabalhadores sejam pressionados por conta do voto.
A ação foi motivada por denúncias de coação envolvendo áudios atribuídos ao presidente da Câmara. O MPT pede que a Justiça determine a suspensão de possíveis ameaças e a divulgação de uma mensagem pública reafirmando que nenhum trabalhador pode ser punido por sua escolha política.
As medidas devem proteger servidores concursados e comissionados, terceirizados, estagiários e aprendizes. O órgão também pede o pagamento de R$ 200 mil por danos morais coletivos e a aplicação de multas em caso de descumprimento das determinações judiciais.
A prefeitura foi incluída na ação porque a Câmara Municipal não tem personalidade jurídica própria.
O processo foi encaminhado à Vara de Plantão da Justiça do Trabalho, que vai analisar os pedidos urgentes. Até a última atualização, não havia informação sobre a decisão judicial.
O vereador disse que o suposto áudio não procede e chamou o caso de "fake news". Ele deve se pronunciar por meio de uma nota.
O g1 também procurou a Câmara Municipal da cidade, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.











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