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| Eduardo Martins / AG. A TARDE |
Salvador não está preparada para os mais de 600 mil deficientes físicos que vivem na cidade e representam aproximadamente 20% dos 3 milhões de habitantes da capital baiana. Diariamente, eles enfrentam dificuldades para fazer atividades cotidianas, como ir ao shopping center ou ao trabalho, e levam pelo menos uma hora e meia a mais do que o cidadão sem deficiência para concluir essas tarefas. Cadeirantes e deficientes visuais afirmam que o maior problema enfrentado no dia a dia é a falta de acessibilidade na metrópole.
















