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sábado, 8 de abril de 2017

MOC lança em Assembleia Geral a Caravana comemorativa dos seus 50 anos.

O Movimento de Organização Comunitária (MOC) lançou nesse 31 de março a Caravana MOC 50 anos – Por um Sertão Justo durante sua Assembleia Geral Ordinária, na Pousada Central em Feira de Santana. Trata-se de uma proposta de celebração dos 50 anos da entidade que culminará em setembro deste ano. O período até lá será de muitas expectativas e de várias ações comemorativas e programáticas que envolverão o MOC e seus sujeitos nos Territórios do Sisal, Bacia do Jacuípe e Portal do Sertão.

"A Caravana MOC 50 anos que está sendo lançada hoje desbravará as estradas do sertão, desde o Portal ao seu coração, promovendo diálogos com as pessoas sobre as lutas, os desafios, as resistências e resiliências necessárias para unir forças e construir um mundo mais justo nesse lugar chamado Sertão", ressaltou a coordenadora pedagógica do MOC, Vandalva Oliveira, que socializou as ações da Caravana.

 

Naidison Baptista, representante da ASA Bahia e assessor da diretoria executiva do MOC emocionou a todos ao contextualizar a caminhada do MOC nesses 50 anos, vindo às lágrimas ao lembrar do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). "Rejeitado no primeiro momento fomos plantando a ideia devagar. A suspensão do trabalho infantil tomou corpo nessa nossa construção por um Sertão justo", enfatizou.
 

"Inquieto", assim foi definido o fundador do MOC, Albertino Carneiro, sob o olhar de Naidison que trilhou os caminhos do MOC desde sua criação em plena época da ditadura militar até os dias atuais. Naidison lembrou do MOC que trabalha na perspectiva da cidadania, da interferência política, dos direitos e vida das mulheres, da educação contextualizada, do MOC que trabalha com a convivência com o Semiárido, com Agroecologia, com a comunicação democrática, do MOC com representação em diversos espaços de incidência e do MOC da resistência nas praças, ruas, atos e mobilizações,
 

O Secretário Jerônimo Rodrigues, da SDR fez um breve pronunciamento lembrando da sua trajetória no MOC e saudou pelos 50 anos da instituição. O evento reuniu sócios, representantes da sociedade civil organizada e do poder público, além de amigos, colaboradores e parceiros, dentre eles representantes da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR/CAR), da ASA Bahia, das APAEBs de Feira de Santana e Serrinha, dos SINTRAFs dos municípios de Feira de Santana, Anguera e Araci, MMTR Regional, Arco Sertão, Rede de Produtoras da Bahia, Coopercom, Coopeser, Centro São João de Deus/Ichu e representante da Associação Comunitária de Canto/Serrinha.
 

A AssembleiaO diretor presidente José Jeronimo de Morais fez a leitura do Edital de Convocação, externou sua satisfação pela realização da Assembleia e reafirmou que o MOC continuará fomentando a cidadania que se consolida dentre muitas formas.
 

A apresentação dos resultados das ações a partir das áreas programáticas da instituição foi feita pela coordenadora geral Célia Firmo seguida pelo contador Gilberto Carlos de Oliveira que deu continuidade ao processo com a prestação de contas referente ao exercício de 2016 que foi apreciado e deliberado. A oportunidade também  foi um momento de compartilhar anseios, perspectivas e comemorar as conquistas dessa caminhada de meio século.  
 

A instituição
O MOC é sediado em Feira de Santana desde sua fundação em 1967 e desenvolve suas ações de forma direta em municípios dos Territórios Rurais do Sisal, Portal do Sertão e Bacia do Jacuípe, buscando contribuir para o desenvolvimento integral, participativo e sustentável dos mesmos. 

A instituição aliada aos seus parceiros, técnicos e colaboradores, visa contribuir para o exercício da cidadania e a erradicação da exclusão social através de capacitação, assessoria educativa e apoio a projetos referenciais. Fortalecimento da Convivência com o Semiárido através da Agricultura Familiar, Economia Solidária, Agroecologia e Segurança Alimentar, Educação do Campo Contextualizada, Comunicação, Gênero e Políticas Públicas são suas principais linhas de ação.


Por: Maria José Esteves
Programa de Comunicação do MOC

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