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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Jovem de Feira de Santana está desaparecido após canoa virar no Rio Paraguaçu

De acordo com o coronel José Alberto, comandante do Corpo de Bombeiros de Feira de Santana, desde o final da tarde de domingo uma guarnição está no local. 
Um jovem de Feira de Santana está desaparecido após uma canoa com quatro ocupantes virar no Rio Paraguaçu, no município de Governador Mangabeira. O acidente aconteceu no domingo (28). De acordo com o coronel José Alberto, comandante do Corpo de Bombeiros de Feira de Santana, desde o final da tarde de domingo uma guarnição está no local.
 
“Deslocamos a guarnição de Cachoeira e como já era começo de noite, preparamos a estrutura para o deslocamento ontem pela manhã para se juntar à equipe de Cachoeira fazendo a coleta de dados. Iniciamos as buscas ontem, mas até o final da tarde não tivemos êxito. A região é de difícil acesso, com vegetação submersa”, informou.

Segundo o coronel, as informações obtidas pelo Corpo de Bombeiros são que quatro pessoas estavam na canoa quando ela naufragou. Um jovem morador de Feira de Santana, identificado como Ângelo Marcos Machado, 24 anos, não sabia nadar e está desaparecido.

“A embarcação era precária e naufragou. Três ocupantes conseguiram sobreviver e um terceiro não conseguiu. Os colegas disseram que ele não sabia nadar. Segundo informações de populares e dos sobreviventes, eles estavam em uma canoa e quando chegou a certa distância, notaram que a canoa estava entrando água. Eles tentaram retornar, mas não conseguiram. A embarcação não tinha os coletes”, informou.

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, José Alberto, o primeiro time de mergulho da corporação se encontra em Mar Grande desde a semana passada, dando apoio no naufrágio que deixou 19 pessoas mortas. Segundo ele, ainda hoje, esses mergulhadores devem retornar para fazer uma pesquisa em Governador Mangabeira e tentar localizar o corpo do jovem desaparecido.

“Vamos fazer uma pesquisa mais apurada, pois geralmente com 24h o corpo boia. Já temos aproximadamente 36 horas desse naufrágio. Como o corpo não subiu, deve estar preso a alguma planta subaquática no fundo do rio. A visibilidade da água também pode influenciar nessa busca. Às vezes, o mergulhador desce e não enxerga um palmo na frente”, disse.

Influência do vento e condições do tempo
De acordo com o coronel José Alberto, tem locais, como na região do Sobradinho, que a influência do vento é grande e as ondas chegam a dois metros e meio de altura. Em Pedra do Cavalo, segundo informou, não tem tanta influência da ação do vento para provocar ondulações na água.

“A condição do tempo influencia devido à chuva. A Marinha vai registrar a ocorrência e deve ser instaurado um inquérito onde vai ser apurado o que causou esse acidente”, afirmou.

Mar grande
Sobre a situação em Mar Grande, o coronel disse que as buscas não foram suspensas e explicou como estão sendo feitas as buscas.

“Lá a situação é diferente. Estão sendo feitas buscas de superfície. A embarcação não está embaixo d’água, então os corpos que porventura estejam sumidos, com certeza não estão na área do acidente. Dependendo da correnteza, pode encontrar esse corpo em outros locais, como Salvador e Morro do São Paulo, por exemplo”, disse.

Daniela Cardoso  / Acorda Cidade

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