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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Digital de dedo mindinho de Geddel foi encontrada nos R$ 51 milhões, diz laudo da PF

A Polícia Federal encontrou as digitais do dedo mindinho do ex-ministro Geddel Vieira Lima nas notas dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador, em setembro deste ano. 
Dinheiro foi encontrado em quarto de apartamento vazio após denúncia anônima
Uma reportagem do Fantástico exibida neste domingo (17) mostrou os passos da investigação da PF que concluíram que o ex-ministro tocou nos R$ 51 milhões. Antes de começar a contagem do dinheiro, um policial teve a ideia de verificar as digitais que estavam nas notas, porque ainda não tinha uma prova que ligasse o dinheiro a Geddel.  

Por meio do trabalho de papiloscopistas ficou comprovado que o político tocou no dinheiro. O laudo da PF mostra que foi encontrada a digital do dedo mínimo de Geddel em um plástico onde estavam R$ 100 mil. O trabalho de verificação foi feito a partir do cruzamento das digitais de Geddel do passaporte, disponíveis no banco de dados da PF. 

Também foram encontradas digitais do dedo médio e do indicador direito de Geddel em outro plástico. Outra digital também foi identificada pela polícia, a de Gustavo Ferraz, considerado aliado do político. Depois da perícia, as notas foram liberadas para contagem. Job Ribeiro, ex-assessor do ex-ministro também teve digitais identificadas no dinheiro. 
 
Denúncia
A reportagem mostrou ainda que uma denúncia anônima revelou que o político estava guardando o dinheiro no Edifício José Silva Azi, no bairro da Graça. A denúncia foi feita no mês de julho e dizia que o transporte era constante. A denúncia foi feita no mesmo dia que Geddel passou a cumprir prisão domiciliar, 14 de julho.

De acordo com a reportagem, após a denúncia, os policiais conseguiram que a Justiça determinasse uma busca ao apartamento. Uma equipe de quatro policiais chegou ao prédio e chamaram um chaveiro para conseguir entrar no apartamento. Quando entraram, viram a sala vazia e as portas dos quartos trancadas.

Os policiais, então, começaram a olhar pela fechadura das portas até que viram que um lençol branco cobria uma coisa grande. Aa abrir a porta, viram as caixas e malas. Inicialmente, a polícia achou que tinha encontrado documentos escondidos, e chamaram duas testemunhas – como é de praxe – para acompanhar a abertura das caixas.

Ao abrir a primeira mala, os policiais viram que só tinha dinheiro. Foram encontrados um saco plástico, nove malas e sete caixas. Em seguida, todo dinheiro foi levado para a sede da Polícia Federal e o dono do imóvel foi levado para prestar depoimento. Ele contou que tinha emprestado o apartamento para o irmão de Geddel, Lúcio Vieira Lima, e o local seria como um depósito para guardar os pertences do pai dos irmãos, que morreu no início do ano.

Fonte: Correio24horas

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