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terça-feira, 23 de maio de 2017

Greve dos vigilantes deve afetar funcionamento de bancos e shoppings

Os vigilantes pedem reajuste de 15%, ticket refeição de R$ 20, cotas para as mulheres de 30% (por posto de trabalho), e piso salarial de R$ 1500,00.
Foto: Divulgação/ Sindivigilantes
Os vigilantes do estado da Bahia decidiram parar as atividades, por tempo indeterminado, a partir da próxima quarta-feira (24) segundo informações do Sindivigilantes, que representa a categoria. A greve, anunciada no quinta, 18, deve afetar o funcionamento de agências bancárias, shoppings, hospitais, escolas e outros setores.

De acordo com José Boaventura, presidente do Sindivigilantes, o objetivo da mobilização é pressionar o patronato a atender às pautas de reivindicações da categoria.

"A categoria decidiu (a greve) depois de oito rodadas de negociação e somente uma proposta absurda apresentada pelos patrões, que foi de 1% de reajuste, mas a aprovação da cláusula que permite hora extra mesmo depois do funcionário ter trabalhado por doze horas", explicou o sindicalista.

Os vigilantes pedem reajuste de 15%, ticket refeição de R$ 20, cotas para as mulheres de 30% (por posto de trabalho), e piso salarial de R$ 1500,00. De acordo com sindicalista, desde a última quinta, quando a greve foi aprovada, que a categoria não foi chamada pelos empresários para negociações. "Não tem nenhuma negociação agendada até quarta, dia que começamos a greve", completou Boaventura.

No site do Sindicato das Empresas de segurança privada do estado da Bahia (Sindesp), foi publicada uma nota em que a situação da hora extra para os vigilantes foi explicada. Algumas das alegações foram: faltas não justificadas ou atrasos dos substitutos nos postos; doença do substituto ou do vigilante; situações de emergência; treinamento e aperfeiçoamento dos funcionários; cobertura urgentes de postos especiais que precisem de conhecimento específico e a necessidade de substituição imediata do vigilante em caso de incidentes no postos.

Sobre os ajustes nos salários, o Sindesp alegou o empecilho da crise financeira que atinge o todo país.

Fonte: Acorda Cidade

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