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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Direção do Clériston Andrade convoca mutirão de altas após superlotação

No total, em 2017, o hospital já atendeu mais de 63 mil pacientes, um número considerado alto por Pitangueira.
O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) atendeu, na última segunda-feira (27), 53 pacientes além da sua capacidade máxima. Devido à superlotação e para liberar as ambulâncias do Samu que estavam retidas no local, o diretor da unidade, José Carlos Pitangueira, informou que foi preciso fazer um mutirão para dar alta a pacientes, a fim de liberar os leitos.

“Nós tivemos uma superlotação, algo muito além do limite, e convidamos alguns médicos às 6h30 para dar algumas altas e esvaziar o hospital. Nós conseguimos tirar 26 pacientes durante o dia todo. Na mesma segunda-feira, entraram 45 pacientes até as 15h, sendo que 29 eram de clínica médica, que podiam ter sido atendidos em qualquer policlínica”, afirmou o diretor.

De acordo com ele, neste ano, até as 10h de ontem (28), 23.164 pacientes foram atendidos, apenas na emergência, sendo que 12. 847 são de clínica médica. No total, o hospital já atendeu mais de 63 mil pacientes, um número considerado alto por Pitangueira.

“Nós somos um hospital para politraumatizados e nós temos 6.063 atendidos nessa área e de violência 1.535. Então, nós temos mais pacientes de clínica médica, que podem ser atendidos em qualquer policlínica e qualquer UPA enchendo o Clériston Andrade, além dos pacientes ortopédicos, mas a partir desse mês de novembro, a secretaria de saúde e o governo do estado conseguiram fazer um contrato com o Hospital Ortopédico para nos ajudar e já foram feitas 12 cirurgias no local”.
Ele revela que o problema não é só o atendimento diário, mas também a permanência dos pacientes que chegam no hospital. "Nós temos uma média de 80 a 100 pacientes, mas se não conseguimos dar alta, temos no outro dia 180, em outro 280, e depois 300 a 400”.

A expectativa, segundo José Carlos Pitangueira, é que com a reforma da emergência do Clériston o atendimento deve melhorar.

“A maternidade está saindo daqui e nós vamos ter esse aumento de leitos. Teremos uma emergência muito bonita com toda a estrutura. Vai ficar algo espetacular. Teremos o Serviço de Hemorragia Digestiva do Interior, feito pelo governo do estado, com toda a aparelhagem para se fazer colonoscopia e endoscopia digestiva. Agora precisa ser organizado e que tenha uma cobertura na retaguarda para o Clériston Andrade”, complementou.
 
Laiane Cruz com informações e fotos do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.

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